Marketing De Assunto Bem como Vende! Cinco Razões Pra A

30 Apr 2019 03:02
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<h1>Alisson Destr&oacute;i Bal&atilde;o Que Caiu Em Campo E Vira Meme Em Estreia Na Copa</h1>

<p>“Kutcher produz um misto de entretenimento com interatividade e propaganda”, diz Brent Csutoras, consultor de mar keting especializado em redes sociais. Como &eacute; praxe em corpora&ccedil;&otilde;es de internet, a Katalyst Media come&ccedil;ou de um jeito um pouco mambembe. Em 2003, no momento em que o seriado That 70’s Show ainda estava no auge, Kutcher uniu-se ao produtor Jason Goldberg para capitalizar em cima da popularidade de teu personagem.</p>

<p>Nascia, desse jeito, o programa Punk’d, exposto pela MTV, que trazia pegadinhas envolvendo celebridades. O repercuss&atilde;o foi somente ok. At&eacute; que, no in&iacute;cio de 2009, Sarah Ross, veterana da &aacute;rea de marketing do Yahoo! O primeiro teste veio com um servi&ccedil;o quase volunt&aacute;rio para a ONU. Um dos amigos de Sarah pela universidade queria localizar uma forma de chamar a aten&ccedil;&atilde;o do mundo para o Dia Contra a Mal&aacute;ria.</p>

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<p>Na data, Kutcher contava com “apenas” 750 000 seguidores no Twitter. A Katalyst lan&ccedil;ou, sendo assim, uma corrida contra a CNN para olhar quem conseguiria voltar primeiro a um milh&atilde;o de seguidores (a rede de Televis&atilde;o americana contava com o segundo perfil mais popular do Twitter). Dicas De Marketing Digital: As 15 Melhores Pra voc&ecirc; Passar Em 2018 , Kutcher contribuiria com 100 000 d&oacute;lares do pr&oacute;prio bolso pra circunst&acirc;ncia. A CNN topou o est&iacute;mulo e passou a empregar espa&ccedil;o na sua programa&ccedil;&atilde;o pra atualizar os espectadores quanto &agrave; corrida. At&eacute; o sisudo apresentador Larry King entrou pela brincadeira.</p>

<p>Ao t&eacute;rmino, Kutcher ganhou a disputa e ainda conseguiu trazer a aten&ccedil;&atilde;o de in&uacute;meras celebridades para a circunst&acirc;ncia do confronto &agrave; mal&aacute;ria. Repercuss&atilde;o: arrecadou mais de 900 000 d&oacute;lares para a ONU. “Nas m&iacute;dias sociais n&atilde;o basta postar not&iacute;cias”, diz Doyle, da Media Marketing Consultants. “&Eacute; preciso impulsionar grandes grupos em torno de uma raz&atilde;o. EVIDENTEMENTE, TAMANHA mobiliza&ccedil;&atilde;o n&atilde;o passou despercebida por algumas das maiores organiza&ccedil;&otilde;es do universo, agoniadas por surfar a onda das redes sociais. Como o p&uacute;blico-centro da marca eram mulheres com mais de vinte e cinco anos, Kutcher pediu socorro &agrave; tua mulher, Demi. As vinte e cinco Compet&ecirc;ncias Que Os Recrutadores Mais Procuram No LinkedIn postaram no Twitter um pedido pra que as pessoas enviassem videos com depoimentos sobre pobreza.</p>

<p>A atriz editou as imagens e publicou o material pela p&aacute;gina da Kellogg no Facebook (perto, claro, com informa&ccedil;&otilde;es sobre as doa&ccedil;&otilde;es da organiza&ccedil;&atilde;o &agrave; causa). Em menos de um m&ecirc;s, o web site j&aacute; contava com audi&ecirc;ncia de por volta de duzentos 000 pessoas, mais de dois ter&ccedil;os delas mulheres. “Atin gimos exatamente a audi&ecirc;ncia que busc&aacute;vamos”, Ag&ecirc;ncia De Marketing Digital N&atilde;o D&aacute; certo! , porta-voz da Kellogg.</p>

<p>“E de um jeito nada convencional. &Eacute; prov&aacute;vel que lev&aacute;ssemos mais tempo para adquirir um resultado igual com o das ag&ecirc;ncias habituais.” Todavia &eacute; no recente servi&ccedil;o com a Pepsi que as maiores expectativas em liga&ccedil;&atilde;o &agrave; Katalyst est&atilde;o depositadas. Em mar&ccedil;o, a produtora lan&ccedil;ar&aacute; na web uma a&ccedil;&atilde;o em que os internautas poder&atilde;o n&atilde;o s&oacute; escolher o nome e o r&oacute;tulo de um novo sabor do refrigerante Mountain Dew como tamb&eacute;m postar comerciais para o artefato.</p>

<p>“Algumas organiza&ccedil;&otilde;es sentem-se inseguras em rela&ccedil;&atilde;o ao grau de apresenta&ccedil;&atilde;o das marcas nessas m&iacute;dias”, diz o consultor Csutoras. Apesar de que pare&ccedil;a simples, o paradigma de neg&oacute;cios elaborado na Katalyst n&atilde;o &eacute; exatamente descomplicado de ser reproduzido - tampouco est&aacute; livre de riscos. Pela web, ao contr&aacute;rio do que acontece pela exist&ecirc;ncia real, quanto mais uma celebridade se associa a uma marca ou item, menos interfer&ecirc;ncia a respeito teu p&uacute;blico ela tem - um paradoxo ainda n&atilde;o solucionado pelo pr&oacute;prio Kutcher.</p>

<p>O que aconteceu h&aacute; pouco tempo no Brasil com o apresentador Marcelo Tas oferece uma id&eacute;ia das result&acirc;ncias dessa marca&ccedil;&atilde;o cerrada. Em mar&ccedil;o de 2009, Tas contava com o perfil mais popular do Twitter no Brasil, com dezoito 000 seguidores. At&eacute; que ele come&ccedil;ou a acrescentar em seus posts informa&ccedil;&otilde;es a respeito um novo servi&ccedil;o de banda larga da Telef&ocirc;nica, concession&aacute;ria de telefonia do estado de S&atilde;o Paulo. O acordo publicit&aacute;rio foi celebrado pelo Wall Street Journal como uma forma inovadora de trabalhar a marca pela internet, no entanto isso n&atilde;o impediu que Tas recebesse uma avalanche de avalia&ccedil;&otilde;es de seus seguidores. “Todo universo ainda est&aacute; tateando desse terreno”, diz Tas.</p>

[[image https://www.lutherwood.ca/assets/images/general/_contentXLarge/Social-Media-Logos.png&quot;/&gt;

<p>Os acordos de patroc&iacute;nio ficaram em segundo plano. “No Twitter e no Facebook, os populares s&atilde;o percebidos como pessoas pr&oacute;ximas, quase como amigos”, diz Marcelo Coutinho, professor de marketing da Funda&ccedil;&atilde;o Getulio Vargas. “Qualquer pisada pela bola poder&aacute; colocar em xeque essa import&acirc;ncia. A Nossa Vers&atilde;o Era Mais Org&acirc;nica conservadores quando se trata nesse tipo de agrega&ccedil;&atilde;o.” H&aacute; pouco tempo, Kutcher come&ccedil;ou a testar o potencial de projetos que n&atilde;o estejam vinculados &agrave; sua imagem.</p>

<p>O primeiro deles &eacute; o Fantasy Football, programa semanal sobre o assunto futebol americano exposto por um consultor fan&aacute;tico pelo esporte - por&eacute;m completamente desconhecido do p&uacute;blico. “Eventualmente eu apare&ccedil;o por l&aacute;”, comentou Kutcher em uma entrevista recente &agrave; revista americana Fast Company. Os n&uacute;meros destacam que, a despeito do interesse, os internautas querem mesmo &eacute; visualizar a carinha do ator na tela de teu pc.</p>

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